Os termos corretos para o design brasileiro
Logomarca: um erro
› Título original: Os termos corretos para o design brasileiro
› Mensagem original enviada em: 28 fevereiro 2002
› Por Gilberto Alves Jr.
O design é uma profissão nova e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada, desde salário até saber o que é e o que deixa de ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não existem, está o padrão terminológico. Em profissões antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo para verificar se a utilização dele é correta ou não.
Justamente por causa dessa falta de paradigmas alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o mais polêmico é o logotipo.
Vira e mexe temos a mesma discussão sobre esse termo, não só aqui na [dG] mas também nas agências, com os colegas, com clientes etc. Por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão. Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica para ver se estão corretos ou são só vícios de linguagem.
Logomarca, um erro
Muito utilizado principalmente por publicitários e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo, outros afirmam que é uma aberração, mas só a pesquisa nos trará luz à questão.
Logomarca como neologismo
Neologismo é a criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho. Para que a "logomarca" seja um neologismo, temos que admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que "logomarca" é um termo novo, mas isso não significa que seja correto empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto. A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.
Sentido etimológico do termo
O termo logomarca é formado pela união de "Logo" e "Marca".
Logo, vem do grego Lógos. Significa palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito, idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita, mas o significado dela, ou seja o conceito. Reforço ainda o conceito de Logos dizendo que o termo "palavra" puro e simples no grego é Lexi.
Marca, vem do germânico Marka. Quando traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado. E mesmo no português, e no uso moderno da palavra marca significa tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.
Logotipo, um possível padrão
Nunca vi absolutamente ninguém dizer que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união dos termos "Logo" e "Tipo". "Logo", como já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra.
Tipo, do grego týpos. Em inglês traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero; figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer assunto em português do que em inglês porque temos muitos significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como "a", são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.
Para este mesmo termo, temos ainda dois outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos mesmo adotar como um neologismo o termo "symplegma". Imagina só o seu diretor de arte dizendo: "hum, esta symplegma não está como o cliente pediu"!
Sendo assim logotipo é: o símbolo visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que ele significa pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra para se ler, ou somente as letras do nome da empresa mas desenhadas de forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
Sinal gráfico, uma alternativa coerente
Alguns mestres de programação visual e outros profissionais estão trazendo este novo termo, este sim um bom neologismo, para o meio. Sinal, do latim Signum, significa tudo que faz lembrar ou representar alguma coisa, ou seja um significado ou conceito.
Gráfico, do grego Grafikos, significa alguma coisa colorida, pintada, desenhada, uma representação visual de algo. Seria um sinônimo de typos, porém com uma conotação de cor, colorido e menos de um símbolo gráfico, ainda que tendo sim este significado. Sendo assim, sinal gráfico significa também: o símbolo visível de um conceito.
Identidade visual, muito bom se usado corretamente
Este é outro termo utilizado por alguns designers, tem um significado bem claro e objetivo. Identidade é o conjunto de peculiaridades de uma pessoa, coisa ou empresa. Visual, o que se pode ver. O problema desse termo é que ele não enfoca o conceito, a idéia, a palavra. Mas significa, no ramo do design, as peculiaridades gráficas de uma empresa. Essas individualidades visuais são muito mais abrangentes que somente o logotipo, pois abrangem o site, os cartões de visita, os carros, uniformes, enfim, todo aparato visual de uma empresa.
O termo correto, sempre!
Como já disse, somos já membros de um corpo de profissionais que sofrem bastante com a confusão que a sociedade ainda faz conosco, por ser o design uma profissão nova. O mínimo que podemos fazer é ser coerentes ao falar de um dos mais importantes ramos de atividade do design que é a logotipia.
Abraços,
Gilberto Alves Jr.
› Título original: Os termos corretos para o design brasileiro
› Mensagem original enviada em: 28 fevereiro 2002
› Por Gilberto Alves Jr.
O design é uma profissão nova e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada, desde salário até saber o que é e o que deixa de ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não existem, está o padrão terminológico. Em profissões antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo para verificar se a utilização dele é correta ou não.
Justamente por causa dessa falta de paradigmas alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o mais polêmico é o logotipo.
Vira e mexe temos a mesma discussão sobre esse termo, não só aqui na [dG] mas também nas agências, com os colegas, com clientes etc. Por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão. Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica para ver se estão corretos ou são só vícios de linguagem.
Logomarca, um erro
Muito utilizado principalmente por publicitários e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo, outros afirmam que é uma aberração, mas só a pesquisa nos trará luz à questão.
Logomarca como neologismo
Neologismo é a criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho. Para que a "logomarca" seja um neologismo, temos que admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que "logomarca" é um termo novo, mas isso não significa que seja correto empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto. A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.
Sentido etimológico do termo
O termo logomarca é formado pela união de "Logo" e "Marca".
Logo, vem do grego Lógos. Significa palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito, idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita, mas o significado dela, ou seja o conceito. Reforço ainda o conceito de Logos dizendo que o termo "palavra" puro e simples no grego é Lexi.
Marca, vem do germânico Marka. Quando traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado. E mesmo no português, e no uso moderno da palavra marca significa tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.
Logotipo, um possível padrão
Nunca vi absolutamente ninguém dizer que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união dos termos "Logo" e "Tipo". "Logo", como já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra.
Tipo, do grego týpos. Em inglês traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero; figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer assunto em português do que em inglês porque temos muitos significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como "a", são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.
Para este mesmo termo, temos ainda dois outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos mesmo adotar como um neologismo o termo "symplegma". Imagina só o seu diretor de arte dizendo: "hum, esta symplegma não está como o cliente pediu"!
Sendo assim logotipo é: o símbolo visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que ele significa pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra para se ler, ou somente as letras do nome da empresa mas desenhadas de forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
Sinal gráfico, uma alternativa coerente
Alguns mestres de programação visual e outros profissionais estão trazendo este novo termo, este sim um bom neologismo, para o meio. Sinal, do latim Signum, significa tudo que faz lembrar ou representar alguma coisa, ou seja um significado ou conceito.
Gráfico, do grego Grafikos, significa alguma coisa colorida, pintada, desenhada, uma representação visual de algo. Seria um sinônimo de typos, porém com uma conotação de cor, colorido e menos de um símbolo gráfico, ainda que tendo sim este significado. Sendo assim, sinal gráfico significa também: o símbolo visível de um conceito.
Identidade visual, muito bom se usado corretamente
Este é outro termo utilizado por alguns designers, tem um significado bem claro e objetivo. Identidade é o conjunto de peculiaridades de uma pessoa, coisa ou empresa. Visual, o que se pode ver. O problema desse termo é que ele não enfoca o conceito, a idéia, a palavra. Mas significa, no ramo do design, as peculiaridades gráficas de uma empresa. Essas individualidades visuais são muito mais abrangentes que somente o logotipo, pois abrangem o site, os cartões de visita, os carros, uniformes, enfim, todo aparato visual de uma empresa.
O termo correto, sempre!
Como já disse, somos já membros de um corpo de profissionais que sofrem bastante com a confusão que a sociedade ainda faz conosco, por ser o design uma profissão nova. O mínimo que podemos fazer é ser coerentes ao falar de um dos mais importantes ramos de atividade do design que é a logotipia.
Abraços,
Gilberto Alves Jr.
BYLAMATTINA.COM: Roupas para evangélicos conquistam espaço nas conf...
BYLAMATTINA.COM: Roupas para evangélicos conquistam espaço nas conf...: "maiara folle, moda evangélica De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado noano 2000, a quant..."
Roupas para evangélicos conquistam espaço nas confecções
maiara folle, moda evangélica
De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado noano 2000, a quantidade de evangélicos no Brasil aumentou nos últimos anos e corresponde ao segundo maior porcentual de fiéis no País. Algumas denominações estabelecem normas de vestimenta para seus seguidores e isso acaba se transformando em um nicho de mercado muito interessante para as confecções.
A estilista Maiara Folle trabalha em uma confecção onde são produzidas roupas destinadas ao público evangélico. A marca, que existe há aproximadamente 9 meses, surgiu da necessidade encontrada pelas vendedores na hora de escolher roupas mais comportadas. De acordo com a estilista, as saias e blusas mais compridas ganham um toque diferenciado. “Eu busco as tendências do mundo da moda e adapto a essas peças”, conta Maiara. “A gente utiliza acessórios como fivelas e strass.”
Maiara revela que a marca não passou por muitas dificuldades no começo devido ao público consumidor previamente conhecido. Uma pesquisa realizada no início com os representantes ajudou no trabalho e na criação do conceito da marca. “Houve um crescimento muito grande, no começo eram produzidas 400 peças, hoje são 3.000”, comemora.
De acordo com a estudante de moda Fernanda Tanaka, toda marca possui um público alvo e a segmentação do mercado pode ser um ponto positivo. “As marcas precisam vender e, para isso, têm que saber para quem estão vendendo a fim de desenvolver produtos de acordo com a vontade dessas pessoas”, explica. “A segmentação aumenta as vendas e produz um público fiel.”
A relação entre moda e religião foi tema de pesquisa da professora Loide Caetano, do Cesumar. Ela contou que a ideia da pesquisa surgiu do fato que, em algumas denominações cristãs, as mulheres vestem-se de forma diferenciada. As igrejas Pentecostais, a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã do Brasil foram o alvo da pesquisa. Segundo a professora, algumas religiões não permitem decotes e roupas curtas. “Eu quis fazer um trabalho para descobrir qual a relação entre a religião ou da própria espiritualidade da pessoa com a moda”, revela. Partindo desse tema, Loide descobriu que a indumentária faz parte da doutrina da igreja da qual essas mulheres pertencem. “Isso talvez não esteja nem escrito no papel, mas se ela não se comporta dessa forma, ela não tem aquele sentindo de pertencimento ao grupo”, conclui.
por Mayah Gasparoto
De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado noano 2000, a quantidade de evangélicos no Brasil aumentou nos últimos anos e corresponde ao segundo maior porcentual de fiéis no País. Algumas denominações estabelecem normas de vestimenta para seus seguidores e isso acaba se transformando em um nicho de mercado muito interessante para as confecções.
A estilista Maiara Folle trabalha em uma confecção onde são produzidas roupas destinadas ao público evangélico. A marca, que existe há aproximadamente 9 meses, surgiu da necessidade encontrada pelas vendedores na hora de escolher roupas mais comportadas. De acordo com a estilista, as saias e blusas mais compridas ganham um toque diferenciado. “Eu busco as tendências do mundo da moda e adapto a essas peças”, conta Maiara. “A gente utiliza acessórios como fivelas e strass.”
Maiara revela que a marca não passou por muitas dificuldades no começo devido ao público consumidor previamente conhecido. Uma pesquisa realizada no início com os representantes ajudou no trabalho e na criação do conceito da marca. “Houve um crescimento muito grande, no começo eram produzidas 400 peças, hoje são 3.000”, comemora.
De acordo com a estudante de moda Fernanda Tanaka, toda marca possui um público alvo e a segmentação do mercado pode ser um ponto positivo. “As marcas precisam vender e, para isso, têm que saber para quem estão vendendo a fim de desenvolver produtos de acordo com a vontade dessas pessoas”, explica. “A segmentação aumenta as vendas e produz um público fiel.”
A relação entre moda e religião foi tema de pesquisa da professora Loide Caetano, do Cesumar. Ela contou que a ideia da pesquisa surgiu do fato que, em algumas denominações cristãs, as mulheres vestem-se de forma diferenciada. As igrejas Pentecostais, a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã do Brasil foram o alvo da pesquisa. Segundo a professora, algumas religiões não permitem decotes e roupas curtas. “Eu quis fazer um trabalho para descobrir qual a relação entre a religião ou da própria espiritualidade da pessoa com a moda”, revela. Partindo desse tema, Loide descobriu que a indumentária faz parte da doutrina da igreja da qual essas mulheres pertencem. “Isso talvez não esteja nem escrito no papel, mas se ela não se comporta dessa forma, ela não tem aquele sentindo de pertencimento ao grupo”, conclui.
por Mayah Gasparoto
Quem disse que tem que ser magra pra ser bonita?
Agosto 2, 2010
tags: Penelope Cruz, Real Beleza
por Alan Leocádio
“Quem disse que para ser bonita, você tem que ser magra?”
Penélope Cruz, sobre revistas que pregão a magreza como padrão de beleza
Muito bem! Cada vez mais as pessoas se concientizando de que a melhor beleza, é a real beleza!
via: MSN Notícias
Agosto 2, 2010
tags: Penelope Cruz, Real Beleza
por Alan Leocádio
“Quem disse que para ser bonita, você tem que ser magra?”
Penélope Cruz, sobre revistas que pregão a magreza como padrão de beleza
Muito bem! Cada vez mais as pessoas se concientizando de que a melhor beleza, é a real beleza!
via: MSN Notícias
Maquiagem para pele oleosa
por Alan Leocádio
Por Fernanda Apis
A pele oleosa requer cuidados especiais, inclusive na hora da maquiagem. A escolha do cosmético é essencial para manter a pele limpa e livre de óleo.
Existem muitos produtos: os chamados oil-free (livre de óleo), anti-shine (anti-brilho), reguladores da oleosidade e lencinhos absorventes de oleosidade que ajudam a resolver o problema por até 8 horas. Também existem os pós-fixantes e os primers, que fixam a maquiagem deixando a pele sem brilho por algumas horas.
Para conseguir um make perfeito mesmo tendo a pele super oleosa, basta ter os produtos certos e seguir algumas dicas!
Maquiagem Passo a Passo para Pele Oleosa
1. Lave o rosto com sabonete específico para pele oleosa.
2. Use um esfoliante para eliminar as células mortas. (Duas vezes por semana).
3. Use uma loção anti-brilho (ou matte) que contraia os poros. Espere alguns minutos.
4. Escolha uma base livre de óleo e que não seja muito líquida.
5. Passe pó facial, de preferência mineral, para eliminar a oleosidade e dar o acabamento final. Use pincel; jamais use esponja.
6. Use sombras compactas de longa duração e que fixam (nunca em creme ou bastão).
7. Se houver necessidade de corretivo, prefira os mais secos em pó ou em bastão.
8. Use rímel, lápis ou delineador que sejam a prova d’água.
9. O blush deve ser em pó, pois é regulador de oleosidade. Evite os líquidos e cremosos.
10. Para a boca, use gloss ou batom, de acordo com sua preferência.
Retirando a Maquiagem
A limpeza da pele antes de dormir é fundamental para evitar que os poros se abram ainda mais e para que não surjam espinhas. Primeiramente, passe um demaquilante com algodão. Depois, lave o rosto com sabonete específico, passe loção adstringente para eliminar as sujeirinhas que se acumulam nos poros e em seguida um hidratante; de preferência oil-free.
Dicas de Produtos para pele Oleosa
Limpeza da Pele
1. Gel esfoliante de Limpeza – Vichy,
2. Sabonete líquido Capricho – O Boticário,
3. Deep Clean Controle de Brilho – Neutrogena,
4. Sabonete Gel Limpeza Intensiva – Natura.
Loção Anti Brilho ou Primer
1. Pore Minimizer – Clinique,
2. Hidratante Matificante para Peles Oleosas e Acneicas,
3. Hidratante Normaderm -Vichy,
4. Fluido Matificante – Contém 1g,
5. Loção anti-brilho – Mary Kay.
Base/ Pó Facial
1. Dream Matte Mousse – Maybelline,
2. Pó Compacto Matificante – Clinique,
3. Pó Solto – Clinique,
4. Pó Mineral – Contém 1g,
5. Base - Mary Kay (pele oleosa),
6. Avon Ideal Shade Base Mousse em Bastão,
7. Base em Pó Mineral Beauty – O Boticário.
Sombras/Corretivos/Blush
1. Blush Mineral Beauty – O Boticário,
2. Corretivo Mineral – Contém 1 g,
3. Sombra Compacta – Contém 1g,
4. Sombra Mineral – Mary Kay,
5. Blush Mineral – Mary Kay.
Rímel, lápis ou delineador
1. Payot Princier Delineador Líquido Prova D’Agua,
2. Máscara de Cílios Volume Shocking Waterproof – L´oréal,
3. Lápis Retrátil Contorno dos olhos à prova d’água – O Boticário.
Batom/Gloss
1. Avon Ultra Color Rich Batom Extra Volume FPS 15,
2. Batom – Mary Kay,
3. Gloss glam shine – Loreal,
4. Gloss Suave – Granado.
Por Fernanda Apis
A pele oleosa requer cuidados especiais, inclusive na hora da maquiagem. A escolha do cosmético é essencial para manter a pele limpa e livre de óleo.
Existem muitos produtos: os chamados oil-free (livre de óleo), anti-shine (anti-brilho), reguladores da oleosidade e lencinhos absorventes de oleosidade que ajudam a resolver o problema por até 8 horas. Também existem os pós-fixantes e os primers, que fixam a maquiagem deixando a pele sem brilho por algumas horas.
Para conseguir um make perfeito mesmo tendo a pele super oleosa, basta ter os produtos certos e seguir algumas dicas!
Maquiagem Passo a Passo para Pele Oleosa
1. Lave o rosto com sabonete específico para pele oleosa.
2. Use um esfoliante para eliminar as células mortas. (Duas vezes por semana).
3. Use uma loção anti-brilho (ou matte) que contraia os poros. Espere alguns minutos.
4. Escolha uma base livre de óleo e que não seja muito líquida.
5. Passe pó facial, de preferência mineral, para eliminar a oleosidade e dar o acabamento final. Use pincel; jamais use esponja.
6. Use sombras compactas de longa duração e que fixam (nunca em creme ou bastão).
7. Se houver necessidade de corretivo, prefira os mais secos em pó ou em bastão.
8. Use rímel, lápis ou delineador que sejam a prova d’água.
9. O blush deve ser em pó, pois é regulador de oleosidade. Evite os líquidos e cremosos.
10. Para a boca, use gloss ou batom, de acordo com sua preferência.
Retirando a Maquiagem
A limpeza da pele antes de dormir é fundamental para evitar que os poros se abram ainda mais e para que não surjam espinhas. Primeiramente, passe um demaquilante com algodão. Depois, lave o rosto com sabonete específico, passe loção adstringente para eliminar as sujeirinhas que se acumulam nos poros e em seguida um hidratante; de preferência oil-free.
Dicas de Produtos para pele Oleosa
Limpeza da Pele
1. Gel esfoliante de Limpeza – Vichy,
2. Sabonete líquido Capricho – O Boticário,
3. Deep Clean Controle de Brilho – Neutrogena,
4. Sabonete Gel Limpeza Intensiva – Natura.
Loção Anti Brilho ou Primer
1. Pore Minimizer – Clinique,
2. Hidratante Matificante para Peles Oleosas e Acneicas,
3. Hidratante Normaderm -Vichy,
4. Fluido Matificante – Contém 1g,
5. Loção anti-brilho – Mary Kay.
Base/ Pó Facial
1. Dream Matte Mousse – Maybelline,
2. Pó Compacto Matificante – Clinique,
3. Pó Solto – Clinique,
4. Pó Mineral – Contém 1g,
5. Base - Mary Kay (pele oleosa),
6. Avon Ideal Shade Base Mousse em Bastão,
7. Base em Pó Mineral Beauty – O Boticário.
Sombras/Corretivos/Blush
1. Blush Mineral Beauty – O Boticário,
2. Corretivo Mineral – Contém 1 g,
3. Sombra Compacta – Contém 1g,
4. Sombra Mineral – Mary Kay,
5. Blush Mineral – Mary Kay.
Rímel, lápis ou delineador
1. Payot Princier Delineador Líquido Prova D’Agua,
2. Máscara de Cílios Volume Shocking Waterproof – L´oréal,
3. Lápis Retrátil Contorno dos olhos à prova d’água – O Boticário.
Batom/Gloss
1. Avon Ultra Color Rich Batom Extra Volume FPS 15,
2. Batom – Mary Kay,
3. Gloss glam shine – Loreal,
4. Gloss Suave – Granado.
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